[x]
All Deviations

~Bebecca:iconBebecca:

Rebecca Agra *_*  
[x]

Desktop Aracaju 2008 e Amor a Preto e Branco

Journal Entry: Fri Jun 27, 2008, 3:06 PM
Dois cursos ministrados por Alexandre Keese aqui em Aracaju, um evento raro de ocorrer por essas bandas, uma ótima oportunidade para quem não tem disponibilidade para viajar para São Paulo, finalmente eles estão trazendo estes eventos pra cá!

XD

Já está no ar o site do Desktop Aracaju 2008 [link]

Vocês já podem se inscrever.

Photoshop CS3 Dicas & Truques e Tratamento e edição profissional de imagem

10 e 11 de outubro em Aracaju, Photoshop CS3, dois cursos ministrados por Alexandre Keese, editor da revista Photoshop Pro e Desktop. Durante um dia inteiro, você vai aprender como combinar o imenso poder do Photoshop CS3 a partir de shortcuts eficientes, dicas & truques criativos, técnicas avançadas para manipulação profissional de imagens e muito mais.

Local: Aud. "Gov. José Rollemberg Leite", Pal. Justiça Tobias Barreto de Menezes, Pç. Fausto Cardoso, 112 - Centro - Aracaju-SE

Contato: (79) 8803 / (79) 9989-2421

Glauber_jatoba@yahoo.com.br

baiaodesign@baiaodesign.com.br

Inscrições aqui: [link]

Orkut: [link]

~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~

AMOR A PRETO E BRANCO

O concurso já começou!
[link]
Consulta o regulamento, prémios e calendário deste concurso! Ele é para ti, e mostra à comunidade o que podes dar!

COMO CONCORRER?
Deves enviar uma nota com “contest” no assunto e enviar os links das deviations (Max. De 2 entradas) ATÉ 26 de JULHO 2008.

ENTRADAS A CONCURSO --> [link]

REGULAMENTO E CALENDÁRIO --> [link]

PRÉMIOS --> [link]

  • Mood: Peaceful
  • Drinking: chocolate

Sim

Journal Entry: Mon Jun 16, 2008, 4:31 PM
Sim.
Eu já sonhei ser modelo. Depois atriz. Depois cantora. Qualquer coisa que me colocasse num palco. Mas tudo isso durou pouco.

Não fui atrás de nenhum desses sonhos. Fui estudar sobre tudo isso e virei designer. Nisso, persisti.

Não persisti nos meus outros sonhos porque me escondi atrás dos meus quilinhos a mais, dos meus dentes desalinhados, das minhas canelas finas, do meu cabelo diferente, da minha timidez. Sim, tudo isso ainda faz parte de mim. Não fiz plástica, não usei aparelho, não coloquei silicone, nem escova progressiva, nem fonoaudiologia. Mais tarde, a essas imperfeições vieram se juntar varizes, estrias, celulite, olheiras mais cabelos brancos.

Sim, eu tenho 27 anos.

Não, eu não uso maquiagem. Talvez porque ao longo do tempo eu tenha aprendido a me aceitar assim, quase como sou. Talvez porque eu me ache, hoje, mais bonita do que realmente percebia. Talvez porque eu ficava esperando a opinião do outro para me sentir assim. Quando eu me olho no espelho, tento ser feliz no papel de mim mesma.

Sim, eu gosto de me expor. Isso me diverte e me faz levar a vida menos a sério.

Não, atualmente eu não pratico esportes. Porque sou preguiçosa também.

Sim, eu gosto de roupas diferentes. Sou consumidora compulsiva de coisas originais. Ainda estou me aprendendo a comprar mais roupas, uma cura pra uma alto estima baixíssima, praticamente nano. Lentamente, que é como as verdadeiras curas funcionam. E a cura está em expor meus exageros, transformando o vício em uma coisa boa. Sim, eu já gastei demais, já me endividei, já sofri por isso. Já me culpei. Depois descobri que me culpar só me faria insistir no vício. Sim, eu estou procurando me perdoar.

Sim, eu já sofri por amor. Muitas vezes. Já fiz sofrer também. Sim, eu já me separei. Não, não foi fácil. Mas reencontrei a alegria. E foi bom. Sim, por que agora há espaço para poder encontrar o amor da minha vida.

Sim, eu só tenho a agradecer. Porque amei e fui amada. Sim, faltaram algumas coisas. Mas sobrou amor. E não faltou dizer nada. Nem ouvir.

Já vivi muitas coisas. E não me canso de me surpreender com a vida. Sim, para melhor.

Sim, eu me sinto sozinha. Mas não me assusto mais com isso. Tenho me achado ótima companhia.

Sim, eu me orgulho. Não das minhas perdas, mas da maneira como lido com elas. Desde os 12 escrevo sobre a minha dificuldade de estar no mundo. Tanto tempo, que foi ficando fácil. Estou fazendo as pazes comigo e com o mundo.

Sim, eu sou a filha mais velha de uma família complicada. Não fui mimada. E já fui insuportável. Não, eu não era ouvida. Eu me sentia abandonada. Só falava em tom de choro. Sim, eu me sentia feia. Sim, eu deixei os cabelos crescerem pela primeira vez aos 19 anos e nunca mais os quis curtos. Porque isso me libertou. Sim, foi uma alegria descobrir que a feminilidade estava dentro de mim, e não nos cabelos.

Sim, eu jogo vídeo-game. Isso também me liberta e me ajuda a levar a vida de um jeito mais leve.

Sim, eu gosto de me vestir bem. E demorei muito tempo para entender que isso deveria ser uma das prioridades pra mim.

Sim, eu gosto de moda. Não a moda ditada pelo último São Paulo Fashion Week. Gosto de moda na coleção que eu mesma lanço ao fazer minhas escolhas. Gosto do desfile que começa a cada dia na hora de me vestir. Sim, essa é a minha forma de fazer moda.

Sim, eu poso de modelo. E me mostro, com frio no estômago. Não, as fotos não têm retoque de photoshop. E eu não tenho uma equipe para me vestir nem para me maquiar. Sim, tenho amigos talentosos que topam a minha viagem todos os dias. Sim, tenho sorte.

Sim, eu gosto de ser diferente. E adoro elogios. Eles fazem do outro o meu espelho e isso é muito bonito. Sei elogiar também. E sempre que o faço, é sincero.

Sim, estou em reconciliação com a modelo que existe em mim. Que tem olheiras, varizes, cabelos brancos e nenhuma maquiagem. Sim, estou em lua de mel também com a criadora que existe em mim.

Sim, eu convivo diariamente com as minhas frustrações. As vezes elas parecem tão grandes, tão ameaçadoras, mas nenhuma é grande o suficiente para me fazer infeliz. Só falta eu acreditar um pouco mais em mim. Sim, eu vejo pessoas à minha volta. E muitas delas sofrem também. E a gente troca.

Sim, de vez em quando sinto inveja. Mas quando isso acontece, procuro a saída mais bem-humorada. Sim, é muito bom quando você consegue dar ao outro apenas o melhor que está em você. Sim, hoje atraio olhares. Nem todos são bons. Mas tenho que aprender a lidar com isso.

Sim, eu ouço som bem alto. Danço com a luz apagada.

Sou triste e sou alegre. Sim, sou eu.

Sim, eu sou mulher. E sou modelo, atriz, artista. Tenho uma profissão que me permite exercer tudo isso. Construí meu pró;prio palco.

Sim, as vezes eu me acho poderosa. Mesmo porque, é comigo que posso contar. Sim, em alguns momentos percebo que a imagem que involuntariamente construí é diferente de mim. Mas é parecida também. E eu não tenho controle sobre isso.

Hoje eu estou assim. Vestida dos meus sins e dos meus nãos. Vestida de mim mesma. Praticamente nua. Livre de falsas identidades e convidando você a se libertar também.

A você, homem ou mulher que vem aqui, todos os dias, tentar se ver um pouco em mim: Aproveite a vida e seja feliz!

  • Mood: Peaceful
  • Drinking: Todynho

Movimento

Journal Entry: Fri Jun 13, 2008, 3:27 PM
Dizem que o ano só começa depois que termina o carnaval. Para mim, só começou depois que ouvi o “aprovado” após a defesa da minha monografia. Passei meses esperando por isso. Sonhava em fazer coisas inúteis, como chegar em casa e ver a novela ou falar mal do Big Brother, sem a culpa de quem está com uma bomba-relógio nas mãos. Tinha urgência de sentir calma. Bobagem. A calma veio e já preenchi todo o tempo livre novamente. Pergunto-me como consegui dar conta de tantas coisas ao mesmo tempo. Trabalho, Pós-Graduação, free-lancer, programações do tipo não-posso-faltar. Mas como costumo dizer sempre, se Deus manda é porque a gente agüenta. E precisa. Além disso, não sei ficar com a mente parada. Sou criatividade movimento. Voltei a pensar no meu portfolio, procurei outros cursos, me enchi de projetos e agora sinto a velha sensação de cansaço bom. Quase uma sessão de descarrego. Mãe Rebecca resolve todos os póbremas em três dias. Bato forte, esqueço o peso das coisas, danço com as luzes apagadas, deixo o suor escorrer e levar embora todas as angústias. Tenho tido vontade de escrever. E lido muitas coisas antigas. Tudo muda tão rá;pido. É preciso paciência. Só um pouco de paciência...

  • Mood: Peaceful
  • Eating: Cream Crackers
  • Drinking: Todynho

Dia dos Namorados

Journal Entry: Thu Jun 12, 2008, 6:43 PM
Nem sempre a saudade é querer que o tempo volte. Ontem vi um casal atravessando a rua e reconheci no rosto da moça um semblante que já tive. Andar por aí brilhando de felicidade. Hoje, eu estou menos menina, menos ingênua, menos boba, sou apenas eu. As vezes gosto disso. A vida na sua medida. Aceitá-la é sábio: transformar a saudade em boa de sentir. Nem sempre a saudade é querer que o tempo volte...
Hoje é dia dos namorados aqui no Brasil. Um dia que foi inventado pra vender mais presentes numa é;poca de maré baixa no comércio, um dia inventado pra vender todo tipo de produto que possa substituir um carinho. Mesmo assim, esse dia acaba lembrando uma coisa importante: o amor. Parece incrível, mas quando a vida nos engole isso chega a acontecer.
Ano passado eu sofri um baque, alguém que eu gostava muito (será que era tanto assim?), desistiu de gostar mim . Nos três anos anteriores, eu e ele passamos juntos o 12 de junho. Meus três únicos. Mas, incrível, Só ganhei presente em um deles. Tivemos uma história assim: com algumas idas e vindas. Estivemos separados, embora o tempo todo juntos, é difícil explicar. Também não me lembro de algum presente que ele tenha me dado em datas como aniversário ou Natal, como manda o figurino. Foram todos fora de hora. Ele nunca gostou de me presentear, não sentia o mesmo prazer que eu tinha de homenagear a pessoa que amo. às vezes porque eu via seu olhar apaixonado diante de uma vitrine, às vezes pra marcar uma data importante. Eu observava, depois fazia o carinho. Ele podia não estar atento. Eu sempre estava. Ele dizia "Eu amo você". Não era te amo, te gosto, te adoro. Era com todas as letras: eu amo você. Abrindo e fechando a boca numa volta completa e saborosa. Amor farto. De boca cheia e com gosto. Amor bochechas, como ele mesmo dizia. Ele, que tinha um jeito de se fazer presente. Mesmo estando longe. Mesmo atolado no trabalho. Ou quando resolvia dormir sozinho e ficar pensando na vida. Não faltava a mensagem no celular, o email, o telefonema - um ou dois minutos “só pra dar um beijo”. Mas acho que a diferença deixa a vida mais temperadinha... Fazer da rotina uma surpresa. 2007 foi um ano terrível, foi o ano em que me perdi, perdi a base, perdi o rumo, quando o que parecia ser começo virou fim. Quando quase tudo acontece, nem tudo continua sendo possível. Mas a vida é uma caixinha de surpresas e o que parecia ser fim era só o começo. Porque certos personagens chegam mais tarde – e são bem-vindos. Acho que é uma fase nova da saudade, em que o círculo se fecha e a dor da falta não é mais um escândalo. quando eu me distraio, outras coisas acontecem, outros amores me sorriem. Alegria de novo, enfim. E só de vez em quando grita a mudez da falta dentro de mim. Surpresa, mais uma vez. Feliz Dia dos Namorados...

Ouvindo: [link]

  • Mood: Peaceful
  • Eating: Pé de moleque
  • Drinking: Todynho

Turbulência

Journal Entry: Sun Jun 1, 2008, 4:54 PM
Existem algumas fases na vida em que a vontade é ficar embaixo do cobertor quietinha esperando a turbulência passar.
Volto logo !

  • Mood: Artistic
  • Drinking: Coca-Cola Zero